Esta palestra tem como objetivo fomentar o empresário da importância dos indicadores para a gestão da empresa facilitando assim as tomadas de decisões inerente ao negócio como um todo.
Será realizada no auditório da Associação Comercial de Apiaí - SP no dia 30/03 às 20 horas.
segunda-feira, 21 de março de 2016
quarta-feira, 15 de abril de 2015
quinta-feira, 5 de março de 2015
Entendendo a diferença entre Custo e Valor.
Muitos empresários costumam estabelecer o preço de venda de seus produtos /
serviços com base na concorrência, sem antes verificar se estes chegam a cobrir
os seus próprios custos, sendo uma das causas pelo qual muitas empresas não
prosperam, uma vez que não obtêm a rentabilidade necessária para a sua
manutenção, isso mostra a importância do cálculo correto dos custos, sendo
indispensável para uma gestão empresarial saudável.
A análise dos custos empresariais permite o empresário ter uma visão
holística da empresa, apontando: primeiro,
a origem de cada custo, segundo,
em que momento este custo aconteceu, terceiro
qual a proporção deste custo, quarto e
não menos importante, qual o lucro
líquido do produto.
Para entender melhor tudo isso, faz-se necessário diferenciar custo de valor; segundo o dicionário, custo
significa “preço pelo que se compra um ou fabrica um produto”, porém para o
mundo empresarial, custo tem um significado diferenciado, que
é o gasto econômico que representa a fabricação e/ou a comercialização de um
produto ou a prestação de um serviço. Já, quando o assunto é valor, no dicionário seu significado é “preço
atribuído a uma coisa; estimação, produto”, porém para o mundo dos negócios, valor significa corresponder às
necessidades e desejos de nossos clientes, onde que, a competitividade nos
força a uma adaptação quase total a eles.
Quando falamos de valor, temos
que considerar três esferas com definições diferenciadas: primeira, para o fornecedor, valor
significa qualidade do produto, valor
agregado; segunda, para o
cliente, valor significa a realização de um desejo ou
necessidade; e a terceira definição
será o meio-termo que permitirá a realização efetiva de uma venda.
Mas, será que essa é de fato uma prática corrente ou é apenas mais um
discurso ilusório para mostrar aos clientes quem está mais bem preparado para
atendê-los? Verdade ou não, a contrapartida do compromisso em atender
melhor o cliente é que queremos cobrar mais por isso. Em tese, a empresa
fornecedora dispõe de um produto ou serviço, agrega mais valores para poder
cobrar mais e vende o pacote que o cliente quer.
Quem vende tem a sua composição de custos, que inclui matéria-prima,
produção e mão-de-obra, entre outros, além da sua marca e outras
características inerentes ao seu produto ou serviço, entretanto, para quem
compra nada disso tem valor. O valor está nos fatores que são importante para
si como a utilidade, benefício, longevidade ou a garantia, o resto é
dispensável, sendo incorporado ao produto/serviço só para se pagar mais caro. Quem
está de fato preocupado em atender ao seu cliente de maneira personalizada é
que vai poder encontrar a melhor definição de valor, ou seja, a medida variável
que se atribui a um produto ou serviço necessário ou desejoso aos desígnios
humanos.
Nessa definição, existe um componente variável que é uma grande pedra no
nosso sapato: o concorrente trazendo novos sentidos para a mesma palavra. Está
mais do que na hora de compreendermos esse cenário e deixar a palavra preço de
lado, está mais do que claro que preço é um componente do valor. Chegou o
momento de aplicarmos os conceitos que ouvimos a todo o momento, como
segmentação, nicho, customização, um-a-um, CRM, etc. e transformarmos nossos
comportamentos.
Chega de atender, vamos entender nossos clientes; chega de vender,
precisamos nos relacionar; não foque apenas no faturamento, mas na
rentabilidade, agora, a responsabilidade mudou de mãos, a definição de valor
não depende mais do dicionário, mas daqueles que estão envolvidos no processo
de compra e venda. A verdade deixou de ser absoluta e quem tiver as melhores
condições de trabalhar com a relação entre custo
e valor, terá as melhores condições
de se destacar no mercado e, finalmente, cobrar por aquilo que de fato vale.
Portanto, ao precificar um produto ou serviço, lembrem-se da importância
de diferenciar CUSTO de VALOR.
Adm. André
CRA-SP 136029
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
ANÁLISE DE CRÉDITO: Uma ferramenta indispensável na briga contra a inadimplência.
Um dos diversos desafios diários de quem está à frente de uma
empresa é tomar as melhores decisões para sua gestão financeira. Com uma
economia que está estagnada, não é apenas o receio e a queda nas vendas que
assustam os empresários, o risco eminente da inadimplência também é um
fantasma. Diante da constante oscilação econômica a qual o Brasil está passando,
a necessidade de vender a prazo torna-se cada vez mais necessária para a
sobrevivência do negócio, sendo assim, a análise de crédito passa a ser um
diferencial, e, quando executada da maneira correta dará condições para a
realização de uma gestão financeira com parâmetros sólidos.
A frequente evolução no mercado, o aumento de poder de compra
do consumidor, os incentivos com diversas linhas de créditos disponibilizadas
pelo governo para aquecer a economia, somado a outros fatores, coloca a análise
de crédito como sendo uma ferramenta mais do que necessária em qualquer empresa
de qualquer segmento que se preocupe em conhecer melhor seus clientes e que,
principalmente, não queira ter surpresas desagradáveis na hora do recebimento
de seus títulos.
Quando a empresa concede o crédito, ela está financiando as
compras dos clientes mantendo assim, o negócio competitivo, no entanto todos os
cuidados para que o índice de inadimplência seja o menor possível devem ser
aplicados. Para tanto, antes da efetivação de operações a prazo, a empresa
precisa recorrer a uma análise criteriosa e detalhada de dados cadastrais que
deve se repetir tantas vezes quantas acontecer à concessão de crédito.
Portanto,
fazer a análise de um crédito exige-se o mínimo de conhecimento sobre o que
está sendo analisado e decidido, bem como o uso de meios (consultas ao SCPC – Serviço Central de Proteção ao Crédito –
disponibilizado pelas Associações Comerciais), métodos (fazer um checklist com
todas as informações necessárias), técnicas (manter o banco de dados do cliente as seguintes informações: nome completo,
filiação, idade, estado civil, endereços, telefones, e-mails, dados
profissionais, salário atualizado com apresentação de holerite/recibo, renda
familiar, volume de compras, e principalmente, incidências de atrasos) que auxiliem para a concessão ou não do
crédito. Acima de tudo isso, a empresa terá que ter uma política de crédito que
norteie o analista na análise de tais documentos.
Uma análise
de crédito, quando bem feita, não garante o pagamento do título pelo devedor,
mas diminui muito o risco do não pagamento. Já a análise de crédito quando mal executada,
isso sim poderá trazer algumas consequências que impactarão de maneira negativa
na gestão financeira, tal ato fará com que o dinheiro não entre no caixa, o
dinheiro não entrando no caixa forçará o empresário a postergar o pagamento de
algumas contas, a continuidade deste processo obrigará o empresário a tomar
medidas mais drásticas, tais como:
descontar títulos com a incidência de juros na casa de 2,8% a.m., fazer uso do
cheque especial pagando um juro de mais de 10% a.m.
Sendo assim
a análise de crédito deverá ser vista com outros olhos e com a atenção que o
atual momento econômico que nosso país está passando exige, para tanto, não
adianta exigir do analista que ele faça uma análise perfeita se o mesmo não tem
consciência do estrago que uma análise mal sucedida poderá causar na empresa,
portanto, CAPACITAÇÃO é a palavra chave para que o funcionário/colaborador
tenha condições de conduzir a análise de maneira correta, diminuindo assim, o
fantasma da inadimplência.
Adm. André
CRA-SP 136029
Consultor Empresarial
Eliah Consultoria Empresarial
eliah.consultoria@bol.com.br
domingo, 22 de fevereiro de 2015
GESTÃO EMPRESARIAL: CONFLITOS NÃO FECHAM NÚMEROS.
Muitos
proprietários de empresas perdem o controle dos negócios por não perceberem a
falta de sintonia entre a administração da empresa e seus colaboradores. Tal
erro é bastante comum em qualquer fase da empresa. Diante disso, o
empresário tem duas opções: primeira,
ignorar os fatos e viver em um mundo de “faz de conta”; segunda, entender o que está acontecendo e reverter à situação. No
primeiro caso, permanecer na zona de conforto, pode provocar a extinção da
empresa, enquanto que, no segundo caso, a imagem da empresa é recuperada perante
o mercado.
Geralmente a segunda opção é a mais indicada, porém, para tanto,
faz-se necessário a quebra de muitos paradigmas. Uma boa dica é começar pelo Diagnóstico Empresarial. Este
diagnóstico além de ser multidisciplinar e considerar vários componentes do
negócio, entre eles: finanças, organização, tecnologia, mercado, economia,
custos, trará ao empresário a real condição que se encontra a sua empresa. Através
deste diagnóstico também é possível detectar os problemas de gestão, a dimensão
das situações de não conformidade e traçar um plano de ação, planejando as
ações necessárias para resolver os problemas apresentados em cada área da
empresa. É possível detectar, como exemplo, problemas relacionados à gestão
financeira da empresa através de demonstrativos financeiros. Estes servirão
para apontar possíveis sintomas de que algo não anda bem, e planejar o modo de
reversão da situação. Já, no quesito liderança, é possível detectar possíveis
falhas de relacionamento interpessoal. A liderança em seu maior grau admite
delegação integral, não requer supervisão e goza de confiança recíproca. Pequenas
mudanças no hábito dos colaboradores faz grande diferença na busca por
resultados.
O empresário poderá encontrar dificuldades na busca desses
resultados. Nessa hora, a experiência empresarial, à disposição da empresa, uma
boa consultoria, e a insistência na busca por melhores resultados, podem ajudar
o empresário nessa conquista. Contratar uma consultoria externa será fundamental,
pois, através da consultoria, o empresário obterá as informações necessárias
quanto às dificuldades detectadas pelo Diagnóstico
Empresarial.
Por fim, destaco a importância dos hábitos saudáveis numa gestão.
Não há como gerar perenidade sem o desenvolvimento de hábitos saudáveis. Uma
gestão eficaz se constrói a partir de práticas saudáveis, muitas destas,
alicerçadas por atitudes ou comportamentos virtuosos, características essas, de
cunho comportamental que definem como os indivíduos reagem diante de situações
de conflito, dúvidas e pressões diversas.
Diante da
competitividade do mundo moderno, com excesso de informações,
muitas demandas e exigências cada vez mais complexas, este conjunto leva o empresário
a situações de extremo estresse, muitas vezes gerando alienação e indiferença,
perdendo assim o controle do seu negócio. Perceber esse contexto e atuar na
raiz do problema (o indivíduo) irá tornar as questões técnicas muito mais
simples de serem resolvidas.
Adm. André
CRA-SP 136029
Consultor Empresarial
Eliah Consultoria Empresarial
Assinar:
Postagens (Atom)

